sábado, 19 de novembro de 2011

Bruxaria Tradicional - Artigos.

Indicação de artigos sobre Bruxaria Tradicional. Este post está eternamente em construção e novos artigos vão sendo adicionados aos poucos.
Bruxaria tradicional para iniciantesO que chamamos hoje de Bruxaria, não possui necessariamente relação direta com os cultos pré-cristãos, como se pode facilmente assumir com a onda de textos sobre bruxaria dizendo o contrário. Na realidade ela surgiu a partir da crença e constatação de que algumas pessoas conseguiam manipular realidades.
Diferenças entre as três artesHá diferenças entre a Bruxaria Comum, a Bruxaria Tradicional e a Wicca, e elas são gritantes! Nesse ensaio vamos tentar esboçar um pouco das diferenças que conhecemos, mas nem de longe poderíamos aludir todas elas em absoluto, uma vez que os conceitos estão em constante descobrimento e mutação.
Livros recomendadosIndicação de livros sobre Bruxaria Tradicional.
Glossário de termosUm pequeno léxico dos termos mais comumentes utilizados na Arte Sábia. Este Glossário foi inicialmente publicado na antiga revista The Cauldron Brasil, sendo que esta versão aqui contida está revisada e aumentada.
Bruxaria, o que você é afinal?Ora vejam vocês, o que a bruxa é senão uma servidora da humanidade! Ela é chamada para predizer o futuro, para curar uma doença, para dar fertilidade a um casal, para tirar ou pôr uma maldição, para abençoar um recém nascido ou um campo recém plantado, é ela quem canta para os espíritos maus e os afasta ou os atrai para a cidade, é ela quem dá o tônico para o homem cansado, que ensina a jovem a arrumar um bom marido, que cura a praga nos campos, que dá o veneno para a futura viúva rica, enfim, é a criatura que permeia a sociedade dando aquilo que ela precisa para satisfazer seus desejos – uns nobres, outros nem tanto.
O que é tradicional para a bruxaria hereditária?Em relação ao que é sadio em tradicional, referente à tradição, testemunhamos as pessoas alongando-se em sua confusão como uma capa.
As Bruxas de Vera CruzAs Bruxas de Vera Cruz é um ensaio de cunho histórico brasileiro, que narra como se deu a questão da Bruxaria na época do Brasil Colônia.
A peteca do bruxo brasileiroAbordar temas religiosos do solo brasileiro ainda é um desafio mesclado de selvagerias, pois todas as manifestações religiosas ou culturais sendo naturalmente brasileiras ou não, são todas verdadeiras até um sentido, e defendem seu peixe com uma peteca de contenda, com o que tem de pior ou não.
A diferença entre o diabo e satãQuem pensa que Satã é o nome do Diabo pode se surpreender ao descobrir que a palavra satã existia antes da palavra diabo. Em todas as línguas ocidentais, este último termo é o mesmo: devil, diable, diablo, diavolo, Teufel. E todas as línguas que têm esse termo também possuem o termo satã. Embora sejam mais ou menos a mesma coisa, não há Diabo sem Satã, e não há Satã, sem Diabo. “Mais ou menos a mesma coisa” hoje em dia, porém muito diferentes no princípio.
A tradição dos proscritosUma das mais importantes transformações que ocorrem quando percorremos a jornada mística é a compreensão do poder e responsabilidade que temos sobre nosso próprio Destino. Como deuses em uma jornada humana, percebemos aos poucos que o que foi uma vez chamado de “impureza” para depois se chamar “pecado”, não é nada mais do que “obstáculos” que nós mesmos atraímos como lições de superação nesta grande aventura da Vida.
O diabo cor-de-rosaEm O Diabo Cor de Rosa, Qelimath expressa de forma clara os sinais visíveis de como a nova geração de bruxos trata uma das figuras centrais da Bruxaria Tradicional, ou melhor, expõe como essa nova geração de ””””bruxos””””, modernamente criados, esquecem de manifestações que ainda estão presentes, mas em seus últimos suspiros de vivência.
A Bruxa de VênusComo a Bruxaria pode ser compreendida de um ponto de vista Tradicional? A questão demanda um esclarecimento de termos, especificamente o que é bruxaria e em que implica o termo ‘tradicional’.
O sangue e ossos da Bruxaria TradicionalCom a primeira faísca da forja sagrada – a primeira gnose, da mesma raiz que gnoscere, ou “conhecer”, o homo sapiens tornou-se capaz de maravilhar-se com toda a criação ao seu redor, assim como se tornou capaz de questionar as razões de tudo o que acontecia com ele. Podemos dizer que esta “faísca” caiu em um corpo que sentia medo, fome, frio, sono e o desejo de procriar, como qualquer outro animal.
As feitiçarias de ZosFeitiçaria e bruxaria são a descendência degenerada de tradições ocultas contemporâneas daquelas descritas no segundo capítulo. A concepção popular de bruxaria, formada pelas manifestações anti-cristãs que aconteceram na Idade Média, é tão distorcida e inadequada que tentar e interpretar os símbolos dos seus mistérios, pervertidos e adulterados como são, sem referências aos muito antigos sistemas dos quais derivam, é como tomar a ponta de um iceberg pela sua massa total.
Uma apreensão dos tempos modernosNa coletividade bruxa, atualmente tem-se dilatado o campo de intervenção do concebo, acolá da sua intervenção tradicional na edificação do ‘ser’, sendo o feiticeiro chamado a intervir nos campos da reprodução hábil, se tratando das artes bruxas comuns ou ponto que fornece um elo entre todas as eras em todos os lugares do mundo sob efeito e foco do que era feito a façanha das bruxas antigas.

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